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Mostrando postagens de maio, 2012

Das coisas

da morte e das árvores contorcidas em forma de monstro da estrada cinza, da penumbra no abismo do seu sorriso do seu ódio paralelo e de todo o arrependimento discreto vou lembrar minha vida sem luz na coisa toda que é a existência na ausencia do toque, do tato vou lembrar que mesmo sem sorrisos sorri por você uma vez, duas, três vezes e ainda, sem querer, desculpa se falhei. de quando te conheci por pele, por corpo por gente e nunca, jamais, quis abandonar era noite, eu sei era quase isso e melhor não podia ser. do buraco e da terra, das cinzas todas que você jogou na minha cara, minha mente humana sem sinal do real vou lembrar da sua existência pequena tão grande para mim, e eu formei tantos planos, confiei sozinho e paguei o preço. das vezes tentadas, e ganhadas. das vezes perdidas por filha da putisse de quem, agora não importa das salivas em combustão, da rodoviaria suja que não podia, em branco, passar e ainda a presença quase oculta, os abraços de alguém que não pode julgar, c...